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JUSTIÇA

Ex-ministro de Dilma elogia escolha de Bolsonaro para PGR

“Existiam escolhas piores

07/09/2019 12h59Atualizado há 2 meses
Por: Silvan Magalhães
Fonte: Congresso em Foco
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Eugênio Aragão - Reprodução
Eugênio Aragão - Reprodução

Em entrevista ao Congresso em Foco, o advogado Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça de Dilma Rousseff, disse que a escolha de Augusto Aras para a PGR foi melhor do que se Jair Bolsonaro indicasse um nome da lista tríplice.

“Existiam escolhas piores. Se fosse qualquer um da lista tríplice, seria a representação do corporativismo mais bruto do Ministério Público. Sob esse aspecto, Bolsonaro não se deixou levar pelo corporativismo. Todos apoiavam sem fazer autocrítica a Lava Jato e faziam parte do DNA corporativo do Ministério Público”, afirmou.

O advogado Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça de Dilma Rousseff, disse ao site Sputnik Brasil que a escolha de Jair Bolsonaro de indicar Augusto Aras para a PGR é uma incógnita, já que o subprocurador sempre “fez questão de dizer para todos que a posição dele era de esquerda”.

“Quando nós estávamos no governo, ele andava com o então governador, depois ministro, Jaques Wagner para cima e para baixo, fazendo questão de dizer para todos nós que a posição dele era de esquerda, que o pai dele tinha sido militante preso na época da ditadura militar, que ele era uma pessoa realmente de convicções de esquerda”, disse.

“E, agora, ele se revela, vindo nos braços do ex-deputado [Alberto] Fraga, como um bolsonarista de raiz. Então, isso aí deixa um ponto de interrogação na cabeça.”

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